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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Phazer - Kismet [2010]


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sábado, 19 de junho de 2010

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Geri Allen - Flying Toward the Sound (FLAC) [2010]


💿 FLAC 245.91 MB

Flying Toward the Sound é um aclamado álbum a solo da pianista e compositora de jazz norte-americana Geri Allen, gravado em 2008 e lançado em março de 2010 através da editora Motéma Music. O disco tem como subtítulo "A Solo Piano Excursion Inspired by Cecil Taylor, McCoy Tyner and Herbie Hancock", servindo como uma profunda homenagem conceptual e artística a estes três titãs inovadores do piano no jazz.
Estrutura do Álbum e Estilo
O coração do álbum é composto por uma suite original de oito partes intitulada "Refractions: Flying Toward the Sound", complementada por uma faixa final dedicada ao seu filho:
Invocação dos Mestres: Em vez de fazer reinterpretações diretas das composições dos seus mentores espirituais, Geri Allen evoca a essência e as abordagens técnicas de cada um através da sua própria linguagem.
McCoy Tyner: Influencia a faixa-título com o uso marcante de acordes abertos, abafamentos dramáticos na mão esquerda e uma forte componente lírica e modal.
Herbie Hancock: Serve de inspiração em temas como "Red Velvet in Winter", onde Allen utiliza o piano a solo quase como uma orquestração completa, mesclando texturas e timbres complexos.
Cecil Taylor: A sua forte e imprevisível energia vanguardista faz-se notar de forma evidente na dinâmica de "Dancing Mystic Poets at Midnight".
Alinhamento de Faixas
Flying Toward the Sound
Red Velvet in Winter
Dancing Mystic Poets at Midnight
GOD's Ancient Sky (uma imponente e elogiada peça de 16 minutos)
Dancing Mystic Poets at Twilight
Faith Carriers of Life
Dancing Mystic Poets at Dawn
Flying Toward the Sound (Reprise)
Your Pure Self (Mother to Son)
Receção Crítica
O trabalho foi amplamente elogiado pela crítica especializada, recebendo pontuações máximas em plataformas como o AllMusic e a revista JazzTimes. É frequentemente apontado como um dos registos mais profundos, ricos e cerebrais de toda a carreira de mais de três décadas da pianista, demonstrando uma maturidade técnica arrebatadora.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Experimentar Na M'Incomoda - O Experimentar Na M'Incomoda [2010]


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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Walter Benjamin & João Correia - The Last Summer Before Our Youth [EP 2010]


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domingo, 6 de junho de 2010

Bartók - Piano Concertos Nos. 1, 2 & 3 [2010]


💿 320 Kbps 176.14 MB

Esta gravação dos Concertos para Piano Nos. 1, 2 e 3 de Béla Bartók, lançada pela prestigiada editora Chandos Records em 2010, é amplamente considerada uma das interpretações mais vibrantes e tecnicamente brilhantes do repertório do século XX. O álbum junta o pianista francês Jean-Efflam Bavouzet, o maestro italiano Gianandrea Noseda e a BBC Philharmonic.
Estrutura do Álbum e Detalhes Técnicos
Selo Discográfico: Chandos (Catálogo: CHAN 10610).
Duração Total: Cerca de 73 minutos.
Locais de Gravação: Estúdio 7 da BBC em Manchester.
Alinhamento de Faixas
O disco apresenta as três obras por ordem cronológica, divididas em três andamentos cada:
Concerto para Piano No. 1, Sz. 83 (1926)
Uma obra de forte natureza percussiva e ritmos geométricos.
Allegro moderato
Andante
Allegro
Concerto para Piano No. 2, Sz. 95 (1930–1931)
Famoso pela extrema dificuldade técnica e pelo facto de os instrumentos de corda não tocarem no primeiro andamento.
4. Allegro
5. Adagio - Presto - Adagio
6. Allegro molto
Concerto para Piano No. 3, Sz. 127 (1945)
Escrito no final da vida do compositor como um presente para a sua esposa, exibindo um tom mais neoclássico e sereno.
7. Allegretto
8. Adagio religioso
9. Allegro vivace
Destaques Críticos
A parceria entre os intervenientes foi amplamente elogiada pela imprensa especializada, incluindo a revista Gramophone e a BBC Music Magazine (que atribuiu a pontuação máxima de 5 estrelas):
Abordagem Rítmica: Bavouzet destaca-se pela clareza na articulação e pela energia implacável necessária para os movimentos mais percussivos de Bartók.
Direção Incisiva: Noseda extrai da BBC Philharmonic uma palete de cores orquestrais cruas e dinâmicas, ideais para o modernismo húngaro.
Qualidade de Som: A engenharia de som típica da Chandos oferece um balanço vigoroso, embora com um natural grande destaque físico para o piano.
Onde ouvir: O álbum encontra-se disponível para audição nas plataformas de streaming Spotify e Apple Music Classical.

Three Monks - Neogothic Progressive Toccatas [2010]


💿 320 Kbps 96.42 MB

Neogothic Progressive Toccatas é o álbum de estreia da banda italiana de rock progressivo Three Monks, lançado originalmente a 25 de abril de 2010 através da editora independente Drycastle Records. O projeto destaca-se pela sua sonoridade instrumental densa e invulgar, fortemente focada na simbiose entre um majestoso órgão de tubos (ou sintetizadores que o emulam com fidelidade) e uma secção de ritmo tipicamente rock.
A música do trio combina influências da música erudita do romantismo alemão do século XIX (como o compositor Julius Reubke) com a grandiosidade sombria do prog rock clássico europeu, lembrando frequentemente bandas como Jacula, Emerson, Lake & Palmer e King Crimson. 
Alinhamento de Faixas
O álbum é composto por 7 faixas puramente instrumentais, totalizando cerca de 50 minutos de música:
Progressive Magdeburg (08:22) — Faixa de abertura com uma atmosfera gótica e dramática que dita o tom pesado do disco.
Toccata Neogotica # 1 (11:25) — A composição mais longa e complexa do trabalho.
Neogothic Pedal Solo (05:03)
Herr Jann (06:33)
Deep Red (Profondo Rosso) (04:22) — Uma versão pesada e fiel do icónico tema principal composto pela banda Goblin para o clássico de terror do realizador Dario Argento. 
Profondo Gotico (04:07) — Uma variação e tributo complementar ao tema de Profondo Rosso, apresentando um trabalho de bateria ainda mais agressivo. 
Toccata Neogotica # 7 (10:14) — Épico de encerramento em homenagem ao compositor austríaco Anton Bruckner.
Formação da Banda
Os músicos envolvidos adotaram pseudónimos de inspiração monástica para o conceito do álbum:
Paolo Lazzeri ("Julius"): Órgão de tubos e composição (veterano do movimento progressivo italiano dos anos 70).
Maurizio Bozzi ("Bozorius"): Baixo elétrico e engenharia de som.
Roberto Bichi ("Placidus") / Claudio Cuseri ("Ursinius"): Bateria e percussões.
O álbum também recebeu uma edição especial em formato vinil lançada pela conceituada editora italiana Black Widow Records, amplamente conhecida no circuito do rock progressivo e do dark/doom metal pelas suas edições de colecionador.

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