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Interpretação e gravação histórica excepcionais.
Bom demais 😊👍👍
A icónica gravação do Concerto para Orquestra de Béla Bartók, dirigida por Eugene Ormandy à frente da Orquestra de Filadélfia (originalmente registada em outubro de 1963 e lançada em 1964 pela Columbia Masterworks), recebeu uma aclamada reedição em março de 2025 pela Sony Classical.
Esta obra-prima capta o auge do famoso "Som de Filadélfia" (Philadelphia Sound), conhecido pela sumptuosidade das cordas e pelo brilhantismo virtuoso de todos os naipes.
O Alinhamento da Reedição (2025)
Disponibilizada nas plataformas de streaming digitais e em formato físico, a reedição preserva a estrutura original da obra em formato remasterizado:
I. Introduzione (Andante non troppo – Allegro vivace) – 09:52
II. Giuoco delle coppie (Allegretto scherzando) – 06:55
III. Elegia (Andante non troppo) – 06:53
IV. Intermezzo interrotto (Allegretto) – 04:34
V. Finale (Presto) – 09:06
Nota de Contexto: O lançamento digital e em CD de 2025 surge frequentemente acompanhado por outras gravações históricas de Bartók do catálogo da Sony, como a Sonata para Dois Pianos e Percussão (interpretada por Robert e Gaby Casadesus).
Destaques da Gravação
Remasterização de 2025: O restauro analógico-digital devolveu a transparência ideal à complexa textura instrumental de Bartók, limpando as fitas originais da Columbia.
Caráter Concertante: A interpretação de Ormandy é amplamente elogiada por dar o devido destaque individual a cada secção da orquestra, respeitando a intenção original do compositor de tratar o coletivo como múltiplos solistas.
O Elemento Húngaro: Sendo Ormandy também de origem húngara (tal como Bartók), a sua leitura possui uma naturalidade rítmica e uma vivacidade folk que tornam o Finale e o Intermezzo interrotto momentos de absoluta referência histórica.

